1ª) O ÓCULOS ou OS ÓCULOS?
O certo é: OS ÓCULOS.
Os meus óculos escuros caíram no chão.
Existem muitas palavras que devemos usar na forma plural: os óculos, as núpcias, os parabéns, os pêsames, as férias (= descanso), as reticências…
2ª) SÃO ou SANTO?
Por que SÃO PAULO, mas SANTO AGOSTINHO?
Depende da letra que começa o nome do santo.
Se for vogal, usamos SANTO: Santo Agostinho, Santo Inácio, Santo André.
Se for consoante, usamos SÃO: São Paulo, São José, São Bento, São Caetano, São Vicente.
Há exceções: Santo Domingo, Santo Toríbio, Santo Tomás de Aquino
3ª) VOSSA MAJESTADE ou SUA MAJESTADE?
Devemos usar VOSSA MAJESTADE quando falamos diretamente com o rei.
Se falarmos a respeito do rei, devemos usar SUA MAJESTADE.
A mesma regra se aplica a VOSSA EXCELÊNCIA e SUA EXCELÊNCIA, a VOSSA SENHORIA e SUA SENHORIA…
Observe o esquema:
a) VOSSA MAJESTADE, VOSSA EXCELÊNCIA, VOSSA SENHORIA, VOSSA SANTIDADE – devem ser usados quando nos dirigimos diretamente à pessoa.
b) SUA MAJESTADE, SUA EXCELÊNCIA, SUA SENHORIA, SUA SANTIDADE – devem ser usados quando nos referimos à pessoa.
Exemplos:
Se escrevermos uma carta para o governador, devemos chamá-lo de VOSSA EXCELÊNCIA;
A frase “falamos sobre SUA EXCELÊNCIA ontem na reunião” significa que não estamos falando com o governador, e sim a respeito dele.
Se o repórter fosse entrevistar o papa, deveria usar VOSSA SANTIDADE. Na matéria a respeito da visita do papa, deveria escrever: “SUA SANTIDADE esteve no Brasil em 1997”.
Tenha coragem Vá em frente ... Determinação, coragem e autoconfiança são fatores decisivos para o sucesso.Não importa quais sejam os obstáculos e as dificuldades.Se estamos possuidos de uma inabalável determinação,conseguiremos superá-los independentemente das circunstãncias, devemos ser sempre humildes,recatados e despidos de orgulho. Dalai Lama
quinta-feira, 31 de março de 2011
Não se deixe soterrar
-Conta-se que um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua fazenda.
-Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado.
-O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá. O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate.
-Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo. O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais.
-No entanto, na medida que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia e a derrubava no chão e ia pisando sobre ela.
-Logo os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que , finalmente, conseguiu sair...".
-Muitas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de que estão tentando nos soterrar para sempre. É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e da indiferença. Nesses momentos difíceis, é importante que lembremos da lição profunda da história do cavalo e façamos a nossa parte para sair da dificuldade.
-Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado.
-O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá. O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate.
-Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo. O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais.
-No entanto, na medida que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia e a derrubava no chão e ia pisando sobre ela.
-Logo os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que , finalmente, conseguiu sair...".
-Muitas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de que estão tentando nos soterrar para sempre. É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e da indiferença. Nesses momentos difíceis, é importante que lembremos da lição profunda da história do cavalo e façamos a nossa parte para sair da dificuldade.
COESÃO E COERÊNCIA - Benedita Azevedo
A coesão: é a correta ligação entre os elementos de um texto, que ocorre no interior das frases, entre as próprias frases e entre os vários parágrafos. Pode-se dizer que um texto é coeso quando os conectivos (conjunções, pronomes relativos) e também a preposição são empregados corretamente.
A coerência: diz respeito à ordenação das idéias e dos argumentos. A coerência depende da coesão. Um texto com problemas de coesão terá, provavelmente, problemas de coerência. Vejamos alguns exemplos.
a) preposição:
“A ditadura achatou os salários dos professores e tirou matérias importantes no desenvolvimento do jovem”.
Ficaria melhor se fosse utilizada a preposição para: importantes para o desenvolvimento do jovem.
b) pronome relativo:
“Os alunos que os pais colaboram são os esquecidos...”
O pronome correto seria cujos: “Os alunos cujos pais colaboram são os esquecidos...”
c) conjunção:
“Controlar o país, para muitos governantes, é dar a impressão de que existe democracia. Portanto, se o povo participa, é imediatamente reprimido”.
É evidente que a conjunção, portanto está mal empregada. A idéia que se quer expressar é de oposição e não de conclusão. Logo, a conjunção correta seria no entanto, mas, porém etc.
“Controlar o país, para muitos governantes, é dar a impressão de que existe democracia. Porém, se o povo participa, é imediatamente reprimido”.
Problemas como esses levam a uma falta de coerência na argumentação, já que os conectivos não estabelecem as relações adequadas
O que é Literatura?
Assim como a música, a pintura e a dança, a Literatura é considerada uma arte. Através dela temos contato com um conjunto de experiências vividas pelo homem sem que seja preciso vivê-las.
A Literatura é um instrumento de comunicação, pois transmite os conhecimentos e a cultura de uma comunidade. O texto literário nos permite identificar as marcas do momento em que foi escrito.
As obras literárias nos ajudam a compreender nós mesmos, as mudanças do comportamento do homem ao longo dos séculos, e a partir dos exemplos, refletir sobre nós mesmos.
O texto literário apresenta:
-Ficcionalidade: os textos não fazem, necessariamente, parte da realidade.
- Função estética: o artista procura representar a realidade a partir da sua visão.
- Plurissignificação: nos textos literários as palavras assumem diferentes significados.
- Subjetividade: expressão pessoal de experiências, emoções e sentimentos.
As obras literárias nos ajudam a compreender nós mesmos, as mudanças do comportamento do homem ao longo dos séculos, e a partir dos exemplos, refletir sobre nós mesmos.
O texto literário apresenta:
-Ficcionalidade: os textos não fazem, necessariamente, parte da realidade.
- Função estética: o artista procura representar a realidade a partir da sua visão.
- Plurissignificação: nos textos literários as palavras assumem diferentes significados.
- Subjetividade: expressão pessoal de experiências, emoções e sentimentos.
Funções da linguagem
Função emotiva (ou expressiva)
centralizada no emissor, revelando sua opinião, sua emoção. Nela prevalece a 1ª pessoa do singular, interjeições e exclamações. É a linguagem das biografias, memórias, poesias líricas e cartas de amor.
Obs.: Em um mesmo texto podem aparecer várias funções da linguagem. O importante é saber qual a função predominante no texto, para então defini-lo.
centralizada no emissor, revelando sua opinião, sua emoção. Nela prevalece a 1ª pessoa do singular, interjeições e exclamações. É a linguagem das biografias, memórias, poesias líricas e cartas de amor.
Função referencial (ou denotativa)
centralizada no referente, quando o emissor procura oferecer informações da realidade. Objetiva, direta, denotativa, prevalecendo a 3ª pessoa do singular. Linguagem usada nas notícias de jornal e livros científicos.Função apelativa (ou conativa)
centraliza-se no receptor; o emissor procura influenciar o comportamento do receptor. Como o emissor se dirige ao receptor, é comum o uso de tu e você, ou o nome da pessoa, além dos vocativos e imperativo. Usada nos discursos, sermões e propagandas que se dirigem diretamente ao consumidor.Função fática
centralizada no canal, tendo como objetivo prolongar ou não o contato com o receptor, ou testar a eficiência do canal. Linguagem das falas telefônicas, saudações e similares.Função poética
centralizada na mensagem, revelando recursos imaginativos criados pelo emissor. Afetiva, sugestiva, conotativa, ela é metafórica. Valorizam-se as palavras, suas combinações. É a linguagem figurada apresentada em obras literárias, letras de música, em algumas propagandas etc.Função metalingüística
centralizada no código, usando a linguagem para falar dela mesma. A poesia que fala da poesia, da sua função e do poeta, um texto que comenta outro texto. Principalmente os dicionários são repositórios de metalinguagem.Obs.: Em um mesmo texto podem aparecer várias funções da linguagem. O importante é saber qual a função predominante no texto, para então defini-lo.
Funções da Linguagem
Para melhor compreensão das funções de linguagem, torna-se necessário o estudo dos elementos da comunicação.
Elementos da comunicação
emissor - emite, codifica a mensagemreceptor - recebe, decodifica a mensagem
mensagem - conteúdo transmitido pelo emissor
código - conjunto de signos usado na transmissão e recepção da mensagem
referente - contexto relacionado a emissor e receptor
canal - meio pelo qual circula a mensagem
Obs.: as atitudes e reações dos comunicantes são também referentes e exercem influência sobre a comunicação
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